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Como estrelas na Terra

Como estrelas na Terra

18
Abr18

Post da gratidão - para os meus subscritores


Maria Oliveira

Bom dia !!! Aqui pelo Norte está um lindo dia de sol! E que diferença faz na nossa moral, não é verdade? 

Hoje vou (re)post-ar para vocês este meu poema; porque como escreveu a Maribel (educarcomvida.blogs.sapo.pt) "...é importante reconhecermos e agradecermos...!"; A todos muito obrigada pela visita; 

 

 Ter um blog , é ter um filho ?

 Ai Meu Deus, que sarilho !

 Nada disso, que exagero, 

 basta só um pouco de esmero;

 Dar sempre de comer 

 Escrever, postar, escrever ; 

  e nas palavras, alguma higiene

 para que fique ainda mais solene!

 E dar sempre uma atenção 

 Porque é de tua criação!

 Ter um blog é ter um lar

 e um cantinho onde voltar ; 

  e que bem sabe  a liberdade 

 de soltar a criatividade, 

 em autênticos zigzags; 

Mas resumido em tags,

fica este imenso mar de ideias

que para muitos, são panaceias !

Que bom é este aconchego 

de que já não me desapego!

Ter um blog é um investimento, 

dá lhe tudo, dá lhe o tempo 

dá lhe a alma, a mente , a vida

e a blogosfera, mais enriquecida ,

pode até nem te retribuir 

mas isso não te fará desistir!

E pronto,  até que enfim 

a rima chegou ao fim, 

deixo  aos meus subscritores 

um raminho de belas flores!

 

flores.jpg

                                                                                        

E que tenham Um dia bem feliz 

 

 

17
Abr18

E tu, és o dono ou o escravo?


Maria Oliveira

post 2.jpg

E não é que é mesmo ? Quantas vezes, acusamos a nossa essência com o que falamos e da forma que o fazemos ; 

Palavra dita é como as pedras atiradas, não voltam atrás; 

Eu bem preferia ser dona do que não digo, mas quantas vezes sou escrava do que falo.... ; 

Mas haja persistência; 

Namaste 

16
Abr18

Educar os filhos para o sucesso


Maria Oliveira

    Bom dia ! Mais uma semana e com certeza que teremos o sol rondando por aí..... Hoje partilho um texto sobre como educar nossos filhos rumo ao sucesso; 

" Nós temos uma tendência a acreditar que ter sucesso na vida é coisa para gente muito inteligente. Pessoas que possuem algum dom ou talento especial e que por serem “melhores” que os outros de destacam tanto na vida acadêmica como profissional. Certo? Errado! A psicóloga e pesquisadora da Universidade de Stanford, Carol Dweck, que estuda motivação e perseverança desde os anos 60 garante: focar apenas na inteligência e no talento pode deixar as crianças desmotivadas e como medo de aprender, enquanto ressaltar avanços e persistência irá produzir grandes empreendedores.

       A pesquisadora reuniu alunos do quinto ano, os dividiu aleatoriamente em dois grupos, e os fez trabalhar em problemas de um teste de QI.  Ao final do teste, ela elogiou o resultado das crianças de maneira diferente. O primeiro grupo foi elogiado por sua inteligência:  “Uau, isso é realmente uma boa pontuação. Você deve ser muito inteligente para conseguir isso”. O segundo grupo foi elogiado por seu esforço:  “Uau, isso é realmente uma boa pontuação. Você deve ter se esforçado muito para conseguir isso.”

Resultado: à medida que os exercícios propostas foram ficando mais difíceis, as crianças elogiadas pelo seu empenho continuaram confiantes e motivadas para aprender. Já as crianças elogiadas pela inteligência queriam continuar com as tarefas mais fáceis, já que com dificuldade de encontrar soluções para os problemas mais complexos, se sentiam totalmente fora da sua zona de conforto. (Afinal de contas, elas não SÃO inteligentes?)

  Em outro estudo, durante dois anos, os pesquisadores visitaram cinquenta e três famílias para registar as suas rotinas. As crianças tinham 14 meses de idade no início do estudo. Os pesquisadores, então, observaram como eram os elogios dos pais: uns enalteciam o esforço, outros os traços de caráter e ainda haviam outros que elogiavam de forma neutra como palavras como “Que bom!”, “Uau!”, “Legal”.

Depois de cinco anos estas mesmas crianças foram entrevistadas, agora com 7-8 anos de idade. A conclusão? Crianças que tinham ouvido mais elogios pela sua persistência eram as mais interessadas em desafios. Para os perserverantes o foco do trabalho deve ser em encontrar os erros cometidos ao longo do processo e em tentar corrigi-los para avançar.

Mas agora vamos ao que interessa, como podemos ajudar nossos filhos a desenvolver a capacidade e o desejo de se esforçarem?

Ficam algumas dicas práticas:

1. Estar atento ao tipo de elogio que você está fazendo. Lembre-se dos estudos citado acima. Em vez de enaltecer apenas os resultado, elogie o processo para chegar no resultado. “Que bom que você tentou diferentes estratégias para conseguir resolver isso”, ” Eu vi que você não desistiu mesmo sendo tão difícil .” “Nossa, que boa nota, seus esforços fizeram efeito!”

2. Tente estimular nos seus filhos uma mentalidade de desenvolvimento e desejo de aprender – o termo em inglês usado por Dweck é “growth mindset”. Se as crianças acreditarem que o sucesso é resultado direto do quanto são (ou não) inteligentes, a motivação para tentar se esforçar acaba, já que o sucesso está “pre-destinado” para que tentar, então?

3. Poder errar é uma benção! Não deixe que eles acreditem que fracassar é algo horrível. Pelo contrário, mostre que o erro nada mais é do que um desafio que deve ser superado. Não há razão para ter vergonha de errar, se o erro nos fará progredir. Além disso, todo mundo falha, fica confuso e se sente frágil em determinados momentos da vida – temos que ensinar nossos filhos a ficarem “numa boa” quando esses sentimentos aparecerem. Eles se tornarão pessoas muito vulneráveis se acreditarem que não podem falhar nunca!

4. Conte histórias de sucesso que enfatizem trabalho duro e o desejo de aprender. Ensine ao seus filhos que o cérebro é uma “máquina de aprendizado” -quanto mais você usá-lo, mais forte ele fica.

Ensine aos seus filhos que eles podem ser tão inteligentes quanto eles quiserem. "

 Uma excelente semana 

Retirado de Tudosobreminhamae.com

14
Abr18

A culpa é sempre dos outros .... como lidamos com a realidade


Maria Oliveira

      Quantas vezes, fazemos mesmo questão de fazer concordar  a realidade  com as nossas opiniões,crenças,ideias, pensamentos ...; Vamos interpretando tudo o que nos sucede através da nossa visão das coisas e de forma que a culpa seja sempre dos outros,  os outros é que estão errados e quem não segue as minhas linhas de pensamento e conduta é que está definitivamente no caminho errado; 

     Um automobilista, furioso por ter que travar a fundo para evitar  bater no carro da frente , grita :

--De certeza que é uma mulher que está a conduzir ! Certezinha absoluta!

E para sua enorme surpresa, é um homem; 

_ Oh, de certeza que foi a mãe dele que o ensinou a conduzir; 

 

realidade.jpg

 

 

 

13
Abr18

Tu que corres ....


Maria Oliveira

Os dias não são todos iguais;  

Pois então, 

Tu que corres, não te agites

tu que vives , não te angusties, 

Tu que duvidas, não vaciles.

Se corres não te precipites

se vives não te desorientes,

se estás angustiado, não te deprimas. 

É preciso correr, viver, angustiar- se

porque a vida é tudo isso

mas é preciso moderação nas coisas. 

Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida

Se vais por esse Caminho, não te extraviarás

Se aceitas e vives essa Verdade, não cairás em erro

se penetras nessa Vida , afastar te ás da morte. 

 

 

(retirado do original de Alfonso Milagro)

 

 

11
Abr18

O que é que é bom e o que é que é mau? E Como viver fora disso


Maria Oliveira

      Há um tempo para tudo nesta vida e no tempo presente,  a minha embarcou pela espiritualidade; Estou numa de "Namaste" e "Om Mani Padme Hum" (recomendo mesmo ouvir  este mantra no you tube, lindissimo) ; Por vezes penso porque não embarquei eu mais cedo , mas a verdade é que foi quando tinha que ser; E que paz isso me traz; 

    Todos nós já passámos por tempos conturbados e outros , imensamente felizes (se é que a felicidade se pode medir) e com certeza aprendemos valiosas lições com isso, ao longo da nossa vida; E como !  De altos e baixos, de ascensões e quedas, de risos e de lágrimas, vamos registando essa viagem  a que chamamos vida;  Aprendi a não cair num abismo quando surgem as coisas más e a não me elevar aos píncaros , com as boas; Ou talvez sim desde que se tenha a consciência que tudo é fugaz;  

      Hoje deixo -vos este conto sufi , cuja mensagem me orgulho de já ter encaixado na minha vida, porque já não vejo que possa ser de outra forma;  (Os sufi são uma das centenas de castas da Índia. São um povo pobre, temente a Deus , especialistas em  histórias com as quais procuravam transmitir  os ensinamentos filosóficos de seus antepassados aos mais jovens) 

  Um sábio possuia  um fabuloso cavalo que um dia rompeu a porta do estábulo e fugiu. Os seus vizinhos vieram ter com ele lamentar a situação e compadecer -se com ele, bradando aos céus o azar do homem; E o sábio lhes responde: _Quiçá seja para bem ! . Seis meses mais tarde o cavalo regressa acompanhado de dez cavalos selvagens que o consideravam chefe da manada. Quando os vizinhos viram aquilo,  acorreram  a felicitar o sábio  que lhes respondeu :_Quiçá seja para mal! 

      O filho do sábio quis domar um dos cavalos e este, enfurecido, lança o jovem por terra que caiu inanimado; Partiu uma perna e ficou coxo para sempre. O sábio disse aos  vizinhos que vieram consolá -lo: _Quiçá seja por bem! . Estala a guerra  e os rapazes da aldeia são obrigados a alistarem-se no exército, excepto o filho do sábio , que estando coxo, foi excluído;

    Fazemos continuamente , como os vizinhos, definindo tudo o que nos sucede como negativo ou positivo; E a vida resume - se a isso ? _ Hoje foi um dia bom , correu bem o trabalho, fui jantar com os amigos, deram me um presente, o tempo estava esplêndido, é o meu aniversário ... maravilha; No dia seguinte : _  Que dia para esquecer...bati com o carro, o meu filho está doente, discuti com o patrão, morreu um grande amigo,  ... e esta chuva que não desanda ... hirra;  e assim sucessivamente de mal a bem e de bem a mal, a vida vai rolando; 

   O segredo está em observar as coisas desde um tempo eterno,como se fossemos um espetador do "ator"que somos , porque a Vida, a nossa vida é muito mais que situações boas ou más para que permitamos que isso condicione a nossa existência... ;  Namaste 

https://youtu.be/zVty9rD4X-o ( Om Mani Padmi Hum)

11
Abr18

O rapaz dos sapatos prateados - Bom para ler e oferecer


Maria Oliveira

  Bom dia Blogolândia! Hoje venho falar sobre mais um livro;  

    Como adoro ler e oferecer livros  e como nunca sei que tipo  oferecer a crianças entre os 7-13 anos, dispus me a ler alguns, que penso ser apropriados para essa faixa etária; Acabei de ler este de Álvaro Magalhães, " O Rapaz dos sapatos prateados" e achei muito engraçado; É de uma leitura leve e divertida sobre um rapaz de 9 anos, o Hugo, que se sente incompreendido pela sua família que diz ser uma família de “grunhos”; Tem umas ideias e pensamentos , um tanto "avançadas "para a sua idade, mas tão verdadeiras que acredito que o livro sensibilizará mais os adultos que as crianças que o lêem, pois fala de mistérios complicados como Deus, o Céu, o Inferno, a Morte, a Poesia e o Amor além de se ver envolvido num caso policial. E aborda estes temas de uma maneira tão simples que acredito que as crianças irão adorar e compreender certas coisas que os pais mal conseguem explicar , tais como se há vida depois da morte ou porque é que é dificil ser feliz;  

    Recomendo para leitura e também para oferecer ; 

 

alvaro magalhaes.jpg

 

 Maria Oliveira 

10
Abr18

Quem é o melhor herói?


Maria Oliveira

    " Se és pai ou mãe de familia, tenho a certeza de que estás pronto a morrer pelos teus próprios filhos . 

Preferes sofrer tu a que sofram eles, morrer tu e que eles vivam. Não é isto verdade? 

Pois bem, hoje só te quero dizer que é muito mais fácil morrer num acto de heroísmo, para salvar um filho, do que ir morrendo lentamente, dia a dia, minuto após minuto, para ires formando esse filho ou para te ires formando a ti próprio. Ir deixando farrapos de vida nas longas noites sem sono, nas horas de trabalho esgotantes , nas tardes solitárias, cumprindo as obrigações de cada dia... não é atraente, mas é muito mais meritório! Não derramar o sangue em três minutos, mas dá -lo gota a gota em cada ação que cumprimos, em cada vitória sobre nós mesmos, em cada vencimento do nosso carácter ou do nosso temperamento, na palavra que calamos ou no sorriso que oferecemos... isso é realmente morrer dia a dia, é ser herói.. desconhecido, mas herói. "

Alfonso Milagro 

09
Abr18

Como “desarmar” a birra de um filho


Maria Oliveira

Hoje deixo-vos um relato de uma mãe que seguiu  uma dica da psicóloga Sally Neuberger sobre lidar com as birras dos filhos  e que achei interessante ; Espero que vos seja util também; 

 " A psicóloga me explicou que precisamos fazer a criança se sentir respeitada, no sentido de darmos valor ao que elas estão sentindo. E assim, na hora de uma crise, seja porque motivo for, uma criança a partir dos 5 anos de idade precisa ser atendida no sentido de pensar e achar a resposta sobre o que está acontecendo com ela. Esta nossa valorização sobre o que ela está passando e ao mesmo tempo o fato de incluí-la na solução da questão desmonta a criação de caso.

De forma mais objetiva: quando um chilique começar – seja porque o braço da boneca saiu do lugar, seja porque está na hora de dormir, seja porque o dever de casa não saiu do jeito que ela queria, seja porque ela não quer fazer uma tarefa – seja o motivo que for, podemos fazer a seguinte pergunta para a criança, olhando nos olhos dela e com bastante calma: “Isto é um problema grande, um problema médio ou um problema pequeno?”

Aqueles momentos pensando a respeito do que está acontecendo à sua volta, sinceramente, pelo menos aqui em casa, se tornaram mágicos. E todas as vezes que faço a pergunta e ela responde, a gente dá um jeito de resolver o problema a partir da percepção dela de onde buscar a solução. Um pequeno, sempre é rápido e tranquilo de resolver. Algum que ela considera médio, muito provavelmente será resolvido mas não na mesma hora e ela vai entender que há coisas que precisam de algum desdobramento para acontecer. Se um problema for grave – e obviamente que grave na cabeça de uma criança não pode ser algo a ser desprezado mesmo que para a gente pareça bobo – talvez seja preciso mais conversa e atenção para ela entender que há coisas que não saem exatamente como a gente quer.

Eu poderia dar vários exemplos onde tenho usado esta perguntinha nos últimos tempos. Um deles foi na hora de escolher a roupa para ir a escola (aqui não tem uniforme) e muitas vezes minha filha faz aquela cena para escolher a roupa, especialmente agora em que é preciso usar roupa de frio. Pra resumir: ela queria uma calça, a preferida dela estava lavando, começou o chororô e eu firme: Alice, isso é um problema grande, médio ou pequeno? Ela, sem graça, olhando para mim, falou baixinho: “Pequeno”. E eu mais uma vez expliquei que já sabíamos que problemas pequenos são fáceis de resolver. Pedi sugestão de como resolveríamos aquele problema pequeno (aprendi que é importante dar tempo para ela pensar e responder) e ela: “Escolhendo outra calça”.  E eu acrescentei: “E você tem mais de uma calça para escolher”. Ela sorriu e foi buscar outra calça. Dei meus parabéns por ela ter resolvido o próprio problema porque, claro, valorizar a solução é uma parte imprescindível para fechar a história.

Eu não acho que existe milagre na criação dos filhos. Outro dia estava pensando o quanto é uma verdadeira saga essa missão de colocar gente no mundo: atravessar todas as fases, trilhar caminhos que às vezes nos fazem cair em emboscadas, ter a humildade de voltar atrás para resgatar outra trilha. Este texto é sinceramente uma vontade grande de compartilhar uma luz que apareceu na minha estrada de mãe e eu espero de coração que sirva pra você também" 

    (Retirado de tudo sobreminhamae.com)