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Como estrelas na Terra

Como estrelas na Terra

23
Out18

Até amanhã, se a "Câncio" quiser


Maria Oliveira

    Olá! Hoje partilho este texto da Mafalda Ribeiro (do jornal Público), sobre a infeliz atitude da Fernanda Câncio que achou por bem criticar " O Até Amanhã se Deus Quiser" de Dina Aguiar , no Portugal Direto RTPN;  Os meus parabêns à Mafalda; nem mais uma linha;

" Não conheço a Dina Aguiar, a não ser por se despedir dos telespectadores da RTP da mesma maneira há 40 anos, finda a sua tarefa de nos dar notícias: “Até amanhã, se Deus quiser.”Parece que agora há quem não queira que isso aconteça pois, em nome do rigor e da isenção jornalísticos, pronunciar estas palavras é qualquer coisa como violar o mandamento bíblico “não invocar o nome de Deus em vão”. E o lamentável é que, na era do cenário das redes sociais enquanto conversas de vão de escada, há cada vez menos mandamentos e cada vez mais pedras para se atirar.

   Não escrevo para me solidarizar com a Dina Aguiar pois isso, graças a Deus, os amigos dela, colegas de profissão e a própria estação televisiva a que pertence já fizeram. Uso o megafone da escrita num órgão de comunicação social, cujo livro de estilo me foi incutido nos tempos em que eu era uma estudante de jornalismo e via a Dina Aguiar na televisão, para que as ideias empedradas que navegam nas redes sociais não teimem em formar gente que qualquer dia tem medo de usar a língua portuguesa. Afinal, “God bless” toda a gente usa e não tem mal nenhum, pois não?

    Não faço a menor ideia se a Dina acredita em Deus, mas Deus queira que sim. Porque a deverá ajudar a saber posicionar-se face a juízos de valor desta natureza. E se o jornalismo é comandado por perguntas, neste caso, eu juro por Deus que não consigo responder nem ao “porquê” nem, tão pouco, ao “para quê” de Fernanda Câncio, jornalista do Diário de Notícias, ter atacado no Twitter Dina Aguiar, pela sua despedida no programa “Portugal em Directo”. Estaria à espera de qualquer coisa como: “Segunda-feira, se eu e o meu patrão quisermos”?

Quem nunca disse ou escreveu “Deus”, enquanto expressão lusitana, que atire a primeira pedra. O melhor é começarmos a fazer uma limpeza aos dicionários de expressões idiomáticas antes que se confundam com bíblias. É que, valha-me Deus, há dias em que não há paciência para me ficar apenas pelo passar dos olhos nestas polémicas e suspirar. Porque talvez quem esteja na idade de hoje sonhar com o jornalismo pode até nem conhecer a carreira sólida de serviço público de Dina Aguiar, mas sabe de cor o que acontece nas redes sociais. E poderá com isto acreditar que aquela senhora, com idade da mãe ou da avó, que dá conta do que se passa no país, não se vai embora do ecrã sem antes nos impingir Deus. Nesta urgência preocupante de quem se levanta em defesa de um  laicismo sem bom senso podemos todos tropeçar nestas pedras e cair num vazio de identidade histórica e cultural.

Ainda que se tratasse de uma questão de crença, vejamos o caso dos ateus, por exemplo, que são muitas vezes quem mais nomeia Deus, para exactamente poder negá-Lo a seguir. Mas, pelo amor de Deus, o respeito pelo próximo não devia ser um valor universal, independentemente da fé (ou da ausência dela) de cada um? Pelos vistos, para alguns isso deve ser uma coisa tão arcaica quanto a cabeça dos que acreditam na tábua de Moisés.  

Um dia estudei jornalismo mas, como na actualidade, não o exerço isso permite-me escrever estas linhas sem receio de pisar riscos deontológicos. E ir mais longe… pois usei uma mão cheia de expressões que no dia-a-dia todos usamos sem nos preocuparmos com o seu peso ou significado. Isso não faz de nós seres mais ou menos crentes. No entanto, ao empunhar este megafone, não escrevi Deus uma única vez em minúsculas. É que eu posso e quero.Porque até hoje acreditar n’Ele não me tornou maior, mas fez-me melhor. E sim, fui eu que quis."

https://www.publico.pt/2018/10/23/p3/cronica/quem-nunca-disse-deus-que-atire-a-primeira-pedra-1848409 

12
Out18

o Amor Infinito de Deus por nós


Maria Oliveira

 Um artesão se encarrega de fazer vasilhas de barro, louça ou cerâmica; Pode fazer humildes cântaros para portar água fresca com vasos formosos que embelezam os palácios dos reis. Um vaso tem mais valor no mercado que um cântaro, porém só no mercado, porque a função prática dos vasos é principalmente decorativa enquanrto os cântaros se utilizam para beber água fresca;   Entretanto, nem o cântaro nem o vaso podem existir sem o artesão. O barro misturado com água, ou a argila misturada com água, sem a intervenção do artesão, estes objetos não são nada. E nada sai deles. Os super milagres não existem.Podemos fazer a prova, recolhendo terra, misturando-a com água e então amassá-la. Deixamo-la para que repouse, porém não obtemos nada, já que necessitamos das mãos e do engenho do artesão para que esta tome forma.O artesão toma esse barro em suas mãos e decide fazer um jarro ou um cântaro. Põe a massa no torno e a vai modelando com suas mãos, dando-lhe forma. Suponhamos que o barro ou a porcelana tivessem vida, e pudessem escapar do torno. Acaso não acabariam em nada? Em um montão de terra molhada, que a chuva arrastaria. Porém, no torno vão tomando forma e se convertem em um cântaro ou um jarro.

 Podemos pensar que já está acabado o processo, mas não: é preciso ainda que o artesão as ponha no forno, na frágua, que suportem a prova do fogo.Também esta deve ser muito dolorosa, se os imaginamos com sentimentos. E que aconteceria se o cântaro ou qualquer um dos seus companheiros decidissem escapar do forno, da prova?

Quebrar-se-ia na primeira. Não serviria de nada. E seria necessário desfazer-se dele como um traste inútil.

Existe um artesão diferente dos demais. Ele tem a particularidade de amar com loucura as suas obras. Elas, à sua vez são livres. E às vezes rechaçam o forno. Inclusive o torno. Quando um destes objetos se quebra, este artesão não deixa o cântaro quebrado, jogado em canto, pelo contrário, o toma de novo, amassando-o no torno – não com água mas com sangue, com o sangue do seu Filho.

Porque este artesão é Deus Pai.

Seu Filho, Jesus.

E o cântaro ou vaso, cada homem ou mulher.

O torno, a fé.

O forno, a vida.

 

somos o barro.jpg

 https://www.google.pt/search?q=deus+molda+o+barro&source=

 

(Fonte:  ACIdigital)

11
Out18

Reaprender a arte de descansar


Maria Oliveira

 Este artigo surgiu me mesmo quando me questionava o que "diachos" fazia eu ao meu escasso tempo livre e quando relamente tentava me desligar de tudo e apenas existir, me era impossivel  e quis partilhar com vocês, pois acredito que também se passará o mesmo com muitos de nós:  

"Uma vez que estar ocupado tornou-se moda, o descanso tornou-se algo que muitas vezes esquecemos. Muitos de nós confundimos o conceito de descansar com deitar no sofá, olhar o Facebook com os telefones nos nossos rostos, pegar o próximo episódio da nossa série favorita na Netflix.Mas isso não é o que significa descansar. Tem menos a ver com a posição do seu corpo do que com seu estado de espírito. A essência do descanso está em organizar um momento em que você está presente consigo mesmo; é nesse momento que você realmente se encontra com você. Você ouve suas emoções, você pensa em seus objetivos e sonhos. Não é fácil. Por quê? Existem dois motivos comuns.

  1. Ficar ocupado como uma maneira de escapar de você mesmo

Talvez você escolha estar ocupado porque isso lhe dá um sentimento de importância. Ocupação é frequentemente associada a prestígio; o descanso não. Talvez você tenha muito medo de se ouvir, de ver o que está dentro de você. Fugir do descanso poderia ser uma maneira de fugir de você mesmo.

  1. Não é possível estabelecer limites

Talvez você não tenha tempo de ficar sozinho porque permite que outros planejem seu tempo. Barbara, uma ex-colega de trabalho, não recusava ajudar quando os amigos precisavam dela. Ela estava sempre pronta para ajudar, ouvir ou fazer algo pelos outros. Como resultado, quando ela finalmente estava sozinha, estava tão cansada que adormecia imediatamente. Se você deseja começar a descansar, você precisa definir uma hora que só irá pertencer a você, quando ninguém mais irá reivindicar seu tempo.

O descanso é um momento de reflexão, o que não significa que você tenha que se sentar e não fazer nada. Algumas pessoas relaxam andando de bicicleta, nadando ou passando um tempo conversando com amigos. O efeito deve ser: maior alegria, um sentimento de descanso e relaxamento, e ter mais força e vontade de viver.

O descanso e a recreação são duas coisas diferentes

 

Somente quando seu corpo e sua mente estão descansados que você pode realmente aproveitar a vida e a recreação. A recreação é diferente do descanso; é o momento em que você faz coisas que lhe trazem alegria. Quando você está bem descansado, mais coisas fazem você feliz. Mesmo pequenas coisas podem deliciar você. Mas, acima de tudo, se você está presente consigo mesmo durante o descanso, você sabe qual será o melhor entretenimento para você naquele momento específico.

Em contraste, quando você está cansado, mesmo as atividades que uma vez te trouxeram alegria não são mais atraentes. Seu corpo e mente precisam de incentivos mais e mais fortes para sentir qualquer coisa. Às vezes você escolhe atividades que realmente não fazem você se sentir feliz, como comer quando você já está satisfeito. Se você não está descansando, você não está com você mesmo, e você não sabe o que lhe dará maior alegria naquele momento.

Comece hoje!

Para muitos de nós, descansar é algo para ser reaprendido. Faça o primeiro passo hoje e marque um horário no seu calendário (pode ser apenas 30 minutos) apenas para descansar. Quando chegar a hora, tente se ouvir. Não se preocupe se parecer estranho no início. Talvez isso seja uma coisa nova para você, e você precisa se acostumar com isso. Quando o desconforto inicial passar, comece a se fazer perguntas diferentes, tais como:

O que me faz feliz?

Que coisa excitante vou fazer amanhã?

Quais são meus sonhos?

Se alguém me perguntou sobre o que mais quero, o que eu respondi?

Ouça a si mesmo; as respostas podem te surpreender."

 

Fonte : https://pt.aleteia.org/2018/10/07/como-reaprender-a-arte-de-descansar/Zuzanna Górska-Kanabus | Out 07, 2018

10
Out18

Próxima tempestade : Mayorga


Maria Oliveira

 Depois das tempestades Ana, Bruno, Carmen, David, a Ema, o Felix, a Gisele, o Hugo.... vem aí a Maiyorga ... 

     Muita tinta vai correr ainda sobre "ela" e muitos de nós nos iremos nos apressar a fazer julgamentos e dar opiniões sobre o caso do Ronaldo e da Kathryn Mayorga; Sinceramente não sei o que pensar disto; Não sei se está a ser um pesadelo para a "moça" ou para o Ronaldo; Se realmente existiu crime ou não ou se a Mayorga está em sofrimento desde essa altura... acredito que por dinheiro fazem se coisas impensáveis ...; Será ela uma vítima como quer fazer crer? Porquê ao fim deste tempo? Quem está por detrás disto tudo ? apenas o #Me Too que decidiu assim do" nada "apoiar e partir para a acusação, ou haverá por aí "Merengada" à mistura ? 

   Estas situações dão que pensar : quantas vezes se passa de bestial a besta e vice versa, seja para um lado, seja para o outro, agora com o movimento #Metoo metido no meio; Será que isto, irá manchar um percurso brilhante , uma carreira de sonho? Um erro , um momento , e toda uma vida cai por terra ???.... ; De qualquer forma a carreira de Ronaldo já está assombrada e possivelmente virão ai consequências "catastróficas" , afinal é a "América" contra Ronaldo ; Esperemos que não; 

   Há muita verdade no que tem vindo a ser publicado mas também muita mentira; Nós cidadãos vamos julgando e acreditando no que quisermos mas que vença a verdade e  nada mais do que isso; E mesmo que Cristiano Ronaldo seja culpado de algum dos crimes de que é acusado, não perderei o meu orgulho nele e o que ele representa para milhares e milhares de jovens: determinação, confiança,persistência, coragem, solidariedade, luta, esforço, motivação,perseverança .... 

 

ronaldo.jpg

 

 

 

 

10
Out18

Icones incríveis em macramé


Maria Oliveira

 

imagem Nossa Senhora.jpeg

 

O artista ucraniano Vladimir Denshchikov emprega a técnica do macramê, arte de tecelagem manual que não utiliza nenhum tipo de ferramenta, para, apenas com seus dedos que trançam os fios, criar ícones religiosos esplêndidos, que exigem milhões de nós e meses de trabalho árduo.

Cada ícone demora de 3 a 9 meses para ficar pronto – e Vladimir já os elabora há mais de 30 anos!

Nascido 1952 em Kiev, Vladimir, tem uma reconhecida carreira profissional como ator, diretor teatral e professor de atuação, mas o seu “hobby” é trançar ícones religiosos com fios de linho ; Apenas as mãos e o rosto dos anjos e santos são pintados sobre tela, enquanto todo o resto de cada ícone é composto pelos milhões de nós de linho puro, em fios de 0,5 a 2 metros de comprimento.

Em 2007, Vladimir Denshchikov sofreu um acidente vascular cerebral que, além de afastá-lo do teatro, também deixou uma das suas mãos parcialmente paralisada. Enquanto se recuperava, ele insistiu em continuar trabalhando no ícone que queria entregar à igreja de Malorechenskoye. Foi na sua luta para tecer os minúsculos nós que ele sentiu a mão mover-se cada vez mais livremente, como se não fosse ele próprio quem a guiava…E O artista considera a sua recuperação um milagre....": 

Eu também; Realmente o resultado é fascinante, incrível, de uma beleza incomparável.... 

 

vladimir-denshchikov019.jpeg

 Fonte: https://pt.aleteia.org/2018/07/16/imagens-

01
Out18

Comparador de comissões bancárias a partir de 01/10


Maria Oliveira

   Ora cá está algo que nos pode ser  bastante útil

 

  " Está disponível a partir desta segunda-feira um comparador das principais comissões associadas a uma conta de pagamentos. Clientes já podem comparar custos - e ordenar pelos mais baixos - para fazer a sua escolha ... , disponível online através do site do supervisor ou do Portal do Cliente Bancário. Esta ferramenta "compara o custo associado aos serviços mais relevantes que as instituições disponibilizam e que estão associados a uma conta de pagamentos", frisa Maria Lúcia Leitão, diretora do Departamento de Supervisão Comportamental do Banco de Portugal...

    Aqui encontra informação sobre 93 comissões, assegurando uma “comparação exaustiva dos vários serviços”, afirma a responsável. Até porque a lógica é universal: “Todas as instituições que disponibilizam estes serviços são obrigadas a reportar informação para este comparador”, salienta o Banco de Portugal (BdP) em comunicado. 

A informação já se encontrava disponível nos preçários dos bancos. Mas, agora, passa a estar acessível ao público de forma “trabalhada, simples e harmonizada”, indica Maria Lúcia Leitão. O que permite comparar de forma muito mais fácil e rápida todos os preços.... 

Que preços pode comparar? Em primeiro lugar a comissão de manutenção de uma conta de pagamento com características simples (por exemplo, uma conta de depósito à ordem que não esteja associada a outros produtos ou serviços); ou a comissão de manutenção de contas pacote (contas subscritas em conjunto com outros produtos e/ou serviços, em que a comissão de manutenção da conta remunera o pacote em causa).

Mas, também, as comissões de disponibilização de cartões de crédito ou débito (incluindo cartões de crédito privativos, isto é, que apenas podem ser utilizados em determinados espaços comerciais ou num determinado leque de bens e serviços); o custo de levantamento de numerário; o valor cobrado para adiantamento de numerário a crédito (cash advance); requisição e entrega de cheques; transferências a crédito; e ordens permanentes (ou seja, transferências regulares, de um montante fixo).

 SELECIONAR OS PREÇOS MAIS BAIXOS

Esta ferramenta, que recebe informação de todas as instituições sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, possibilita a comparação por instituição ou por serviço das comissões máximas anuais exigidas como contrapartida da prestação dos serviços. Ou seja, o custo mais alto que o cliente pode ser chamado a pagar (preço final, já com imposto incluído). E distingue os canais de comercialização disponíveis. Até porque “há muitos serviços em que o preço é diferente consoante o canal”, aponta Maria Lúcia Leitão. Por exemplo, as transferências ou os cheques.

Quando um cliente seleciona um conjunto de serviços para comparar (até um máximo de três de cada vez), o comparador retorna a informação disponível por instituição. E o consumidor pode ordenar pelo valor da comissão, da mais baixa para a mais alta e vice-versa. O que permite uma leitura imediata sobre as opções mais baratas e mais caras.

Depois, é possível fazer uma versão em documento pdf, para imprimir ou guardar. Ou exportar a informação para um documento de Excel, para poder ser trabalhada.

A par do comparador, o BdP disponibiliza um tutorial sobre a utilização desta ferramenta, glossário de termos para quem estiver menos familiarizado com a terminologia utilizada pelas instituições financeiras, e um conjunto de perguntas frequentes.

A informação é permanentemente atualizada, e a indicação do BdP é de tolerância zero para as instituições que não cumprirem do ponto de vista da prestação da informação.... 

 

Fonte:Sonia Lourenço

https://expresso.sapo.pt/economia/2018-09-30-Acha-que-paga-muito-ao-banco-pela-sua-conta--Veja-no-comparador-do-Banco-de-Portugal#gs.VjeXG5g