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Como estrelas na Terra

Como estrelas na Terra

21
Mar20

De onde vem todo o mal no mundo? Foi Deus quem criou a pandemia?


Maria Oliveira

 Partilho esta história hoje, porque me questionaram porque é que Deus "permite" tudo o que a humanidade está a viver neste momento e a resposta que dei foi baseada nesta história: 

 Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:

— Deus fez tudo que existe?

Um estudante respondeu corajosamente:

— Sim, fez!

— Deus fez tudo mesmo?

— Sim professor! - respondeu o jovem.

O professor replicou:

— Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal.

O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado, mais uma vez, que a Fé era um mito. Outro estudante levantou sua mão e disse:

— Posso lhe fazer uma pergunta professor?

— Sem dúvida - respondeu-lhe o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:

— Professor, o frio existe?

— Mas que pergunta é essa? Claro que existe. Você por um acaso nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu:

— Na verdade professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando falta o calor. E a escuridão, existe? - continuou o estudante.

O professor respondeu:

— Mas é claro que sim.

O estudante replicou:

— Novamente o senhor se engana, a escuridão tão pouco existe. A escuridão é na verdade ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado lugar do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente neste local, não é ? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente o jovem perguntou ao professor:

— Diga, professor, o mal existe?

Ele respondeu:

— Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes, violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.

Então o estudante respondeu:

— O mal não existe professor ou, ao menos, não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz!!!

Mas o mundo esqueceu-se de Deus....

 

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18
Mar20

Jesus segura a Humanidade ; Vamos todos ao colo de Deus!


Maria Oliveira

    

 Jesus sustenta a humanidade doente, representada por bandeiras de diversos países e com máscara de proteção contra a atual pandemia de coronavírus.

Por favor, rezem, confiem, unam-se em oração; às refeições,em família, no vosso silêncio, nas vossas angústias; que esta imagem vos dê confiança e força! Vá , Força Portugal! Força Mundo! 

Jesus, nós Te pedimos com confiança
que esta epidemia seja controlada em breve;
que a saúde retorne aos afetados
e a paz retorne aos lugares atingidos.

Tem misericórdia das pessoas que morreram desta doença;
conforta as suas famílias;
apoia e protege os profissionais de saúde que a combatem;
inspira e abençoa a todos que trabalham para controlá-la.

Jesus, Senhor, médico das nossas almas e dos nossos corpos,
nós nos sentimos impotentes
diante desta situação de emergência,
mas confiamos em Ti:
dá-nos saúde de corpo, mente e espírito; dá-nos a paz.

Maria, mãe de Deus e mãe nossa, protege-nos e continua cuidando de nós
e nos conduzindo, com teu amor, ao teu filho Jesus.

Amém.

Fonte : aleteia 

22
Dez18

Deus "Nasceu"...


Maria Oliveira

 

Nasci nu, diz Deus, 

para que saibas despojar te de ti mesmo.

Nasci pobre,

para que me consideres tua única riqueza.

Nasci num estábulo

para que aprendas a santificar cada ambiente.

Nasci débil

para que que nunca tenhas medo de Mim.

Nasci por amor,

para que jamais duvides que te amo.

Nasci de noite,

para que acredites que sou a Luz do mundo.

Nasci perseguido,

para que saibas aceitar as dificuldades.

Nasci na simplicidade, 

para que deixes de ser complicado 

Nasci na tua vida,

para te conduzir à Casa do Pai

 

(Lambert Nolen)

23
Out18

Até amanhã, se a "Câncio" quiser


Maria Oliveira

    Olá! Hoje partilho este texto da Mafalda Ribeiro (do jornal Público), sobre a infeliz atitude da Fernanda Câncio que achou por bem criticar " O Até Amanhã se Deus Quiser" de Dina Aguiar , no Portugal Direto RTPN;  Os meus parabêns à Mafalda; nem mais uma linha;

" Não conheço a Dina Aguiar, a não ser por se despedir dos telespectadores da RTP da mesma maneira há 40 anos, finda a sua tarefa de nos dar notícias: “Até amanhã, se Deus quiser.”Parece que agora há quem não queira que isso aconteça pois, em nome do rigor e da isenção jornalísticos, pronunciar estas palavras é qualquer coisa como violar o mandamento bíblico “não invocar o nome de Deus em vão”. E o lamentável é que, na era do cenário das redes sociais enquanto conversas de vão de escada, há cada vez menos mandamentos e cada vez mais pedras para se atirar.

   Não escrevo para me solidarizar com a Dina Aguiar pois isso, graças a Deus, os amigos dela, colegas de profissão e a própria estação televisiva a que pertence já fizeram. Uso o megafone da escrita num órgão de comunicação social, cujo livro de estilo me foi incutido nos tempos em que eu era uma estudante de jornalismo e via a Dina Aguiar na televisão, para que as ideias empedradas que navegam nas redes sociais não teimem em formar gente que qualquer dia tem medo de usar a língua portuguesa. Afinal, “God bless” toda a gente usa e não tem mal nenhum, pois não?

    Não faço a menor ideia se a Dina acredita em Deus, mas Deus queira que sim. Porque a deverá ajudar a saber posicionar-se face a juízos de valor desta natureza. E se o jornalismo é comandado por perguntas, neste caso, eu juro por Deus que não consigo responder nem ao “porquê” nem, tão pouco, ao “para quê” de Fernanda Câncio, jornalista do Diário de Notícias, ter atacado no Twitter Dina Aguiar, pela sua despedida no programa “Portugal em Directo”. Estaria à espera de qualquer coisa como: “Segunda-feira, se eu e o meu patrão quisermos”?

Quem nunca disse ou escreveu “Deus”, enquanto expressão lusitana, que atire a primeira pedra. O melhor é começarmos a fazer uma limpeza aos dicionários de expressões idiomáticas antes que se confundam com bíblias. É que, valha-me Deus, há dias em que não há paciência para me ficar apenas pelo passar dos olhos nestas polémicas e suspirar. Porque talvez quem esteja na idade de hoje sonhar com o jornalismo pode até nem conhecer a carreira sólida de serviço público de Dina Aguiar, mas sabe de cor o que acontece nas redes sociais. E poderá com isto acreditar que aquela senhora, com idade da mãe ou da avó, que dá conta do que se passa no país, não se vai embora do ecrã sem antes nos impingir Deus. Nesta urgência preocupante de quem se levanta em defesa de um  laicismo sem bom senso podemos todos tropeçar nestas pedras e cair num vazio de identidade histórica e cultural.

Ainda que se tratasse de uma questão de crença, vejamos o caso dos ateus, por exemplo, que são muitas vezes quem mais nomeia Deus, para exactamente poder negá-Lo a seguir. Mas, pelo amor de Deus, o respeito pelo próximo não devia ser um valor universal, independentemente da fé (ou da ausência dela) de cada um? Pelos vistos, para alguns isso deve ser uma coisa tão arcaica quanto a cabeça dos que acreditam na tábua de Moisés.  

Um dia estudei jornalismo mas, como na actualidade, não o exerço isso permite-me escrever estas linhas sem receio de pisar riscos deontológicos. E ir mais longe… pois usei uma mão cheia de expressões que no dia-a-dia todos usamos sem nos preocuparmos com o seu peso ou significado. Isso não faz de nós seres mais ou menos crentes. No entanto, ao empunhar este megafone, não escrevi Deus uma única vez em minúsculas. É que eu posso e quero.Porque até hoje acreditar n’Ele não me tornou maior, mas fez-me melhor. E sim, fui eu que quis."

https://www.publico.pt/2018/10/23/p3/cronica/quem-nunca-disse-deus-que-atire-a-primeira-pedra-1848409 

12
Out18

o Amor Infinito de Deus por nós


Maria Oliveira

 Um artesão se encarrega de fazer vasilhas de barro, louça ou cerâmica; Pode fazer humildes cântaros para portar água fresca com vasos formosos que embelezam os palácios dos reis. Um vaso tem mais valor no mercado que um cântaro, porém só no mercado, porque a função prática dos vasos é principalmente decorativa enquanrto os cântaros se utilizam para beber água fresca;   Entretanto, nem o cântaro nem o vaso podem existir sem o artesão. O barro misturado com água, ou a argila misturada com água, sem a intervenção do artesão, estes objetos não são nada. E nada sai deles. Os super milagres não existem.Podemos fazer a prova, recolhendo terra, misturando-a com água e então amassá-la. Deixamo-la para que repouse, porém não obtemos nada, já que necessitamos das mãos e do engenho do artesão para que esta tome forma.O artesão toma esse barro em suas mãos e decide fazer um jarro ou um cântaro. Põe a massa no torno e a vai modelando com suas mãos, dando-lhe forma. Suponhamos que o barro ou a porcelana tivessem vida, e pudessem escapar do torno. Acaso não acabariam em nada? Em um montão de terra molhada, que a chuva arrastaria. Porém, no torno vão tomando forma e se convertem em um cântaro ou um jarro.

 Podemos pensar que já está acabado o processo, mas não: é preciso ainda que o artesão as ponha no forno, na frágua, que suportem a prova do fogo.Também esta deve ser muito dolorosa, se os imaginamos com sentimentos. E que aconteceria se o cântaro ou qualquer um dos seus companheiros decidissem escapar do forno, da prova?

Quebrar-se-ia na primeira. Não serviria de nada. E seria necessário desfazer-se dele como um traste inútil.

Existe um artesão diferente dos demais. Ele tem a particularidade de amar com loucura as suas obras. Elas, à sua vez são livres. E às vezes rechaçam o forno. Inclusive o torno. Quando um destes objetos se quebra, este artesão não deixa o cântaro quebrado, jogado em canto, pelo contrário, o toma de novo, amassando-o no torno – não com água mas com sangue, com o sangue do seu Filho.

Porque este artesão é Deus Pai.

Seu Filho, Jesus.

E o cântaro ou vaso, cada homem ou mulher.

O torno, a fé.

O forno, a vida.

 

somos o barro.jpg

 https://www.google.pt/search?q=deus+molda+o+barro&source=

 

(Fonte:  ACIdigital)

03
Jun18

A página branca e o ponto preto


Maria Oliveira

 Bom dia ! Hoje partilho uma reflexão linda com vocês ; Votos de uma boa semana!

     Certo professor entrou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago. Todos ficaram assustados. O professor, como de costume, entregou a prova virada para baixo. Quando puderam ver, para surpresa de todos, não havia uma só pergunta, havia apenas um ponto preto no meio da folha.

O professor, analisando a expressão surpresa de todos, disse: - Agora vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo. Os alunos confusos começaram a difícil tarefa. Terminado o tempo, o professor recolheu as folhas... colocou-se em frente à turma e começou a ler as redações em voz alta. Todas, sem exceção, definiram o ponto preto... tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.

 

    Após ler todas, a sala em silêncio, ele disse:  - Esse teste não será para nota, apenas serve de lição... ninguém falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto preto. Assim acontece em nossas vidas, temos uma folha em branco inteira para observar, aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.

 

     A vida é um presente de DEUS, dado a cada um de nós com extremo carinho e cuidado. O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com as pessoas, todos nós passamos por isso. No entanto Deus jamais nos desampara, sempre nos consola e fortifica. Se observarmos bem, o milagre da vida, o emprego que nos sustenta, um bom amigo que nos aconselha coisas boas... temos motivos de sobra para comemorar.

No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto preto. Os pontos pretos são mínimos, comparando com tudo aquilo que recebemos diariamente. Mas, são eles que povoam nossa mente... pense nisso: Tire os olhos dos pontos pretos da sua vida, aproveite cada bênção, cada momento que Deus lhe dá.

 

Fonte: Blog Almas Castelos

22
Mai18

Deus Existe


Maria Oliveira

" Alguns não crêem em Deus por nunca O terem visto:

Mas nunca vêem Deus, porque não crêem Nele;

Como hão -de -ver Aquele que crêem não existir? " Alfonso Milagro 

 

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo ; Ele começou a conversar com o barbeiro e falaram sobre vários assuntos, entre os quais , Deus; 

O barbeiro disse:
– “Eu não acredito que Deus exista como você diz”.
– “Por que você diz isto?” – o cliente perguntou.
Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe. Se Deus existisse, você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas”.
O cliente pensou por um momento, mas ele não quis dar uma resposta para prevenir uma discussão.
O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.
Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos. Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia sujo e arrepiado.
Então o cliente voltou para a barbearia e disse ao barbeiro:
– “Sabe de uma coisa? Barbeiros não existem”.
– “Como assim eles não existem?” – perguntou o barbeiro.
– “Eu estou aqui e eu sou um barbeiro”.
– “Não!” – o cliente exclamou. Eles não existem, porque se eles existissem não existiriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está andando ali na rua”.
“Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas”.
– “Exatamente!” – afirmou o cliente.
– “É justamente isso, Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo”.

31
Mar18

Em busca da alegria ....


Maria Oliveira

   Conheces o hino da alegria , certo? Acredito que consiga alegrar, nem que seja um pouco, quem o escuta;

O hino diz nos que se não encontramos alegria nesta terra, deveremos procurá la, além das estrelas, 

Se só encontras tristeza e solidão nos teus dias está na hora de cantar a canção e de procurar a alegria , acima de ti, no alto dos céus;

Está na hora de sentires e viveres mais a esperança , não te deixes apagar pelos dias mais sombrios,

     Que bom, que bom é saber que a escuridão não é eterna, que o abismo não é o fim, que o sofrimento não é destino, que não existe só preto e o cinzento , que existem imensas cores para a alegria e que ela é sempre possível! 

Busca no Alto, busca em Deus, a Luz e Alegria para a tua Vida!

 

 

hino da alegria.jpg

26
Mar18

A minha " Viagem ao Infinito " de Jane Hawking


Maria Oliveira

         Acabei de ler o livro da Jane Hawking  , “ A Viagem ao Infinito” ,o  livro que inspirou o filme “A Teoria de Tudo” do Stephen Hawking ;

      Ainda não li os livros do Stephen Hawking e confesso que não entendi ainda muito bem qual a sua contribuição para a ciência ou para a humanidade ; Sim, foi  um grande  físico, cosmólogo e  professor  e que  descobriu em 1974 que buracos negros emitem radiação térmica devido a efeitos quânticos e que estes fazem um buraco negro perder massa. Embora esta perda de massa seja muito pequena, com um longo tempo ela faz o buraco negro evaporar" ; Ok , mas não percebo nada disto que escrevi.... vou ler para poder comentar algo que seja; 

    Jane, que  esteve casada com  Stephen durante quase 25 anos,  apresenta neste livro,  um relato franco sobre a sua vida ,  em  como tentava equilibrar os cuidados constantes que o marido exigia com as necessidades de uma família em crescimento (três filhos), em como deixou para trás alguns sonhos a favor da carreira do marido, etc... ; De facto quando mais  o prestígio do Stephen disparava a par da sua doença neuromotora , mais os sonhos e ilusões de Jane se apagavam; Viveu longos anos na sombra mas não se deixou apagar embora  se encontrasse imensas vezes perto do abismo; 

   Achei ,de facto o livro inspirador, por diversas razões : 

1. O amor de Jane , leve, simples, puro; Mesmo sabendo da doença e que o futuro marido tinha uma esperança de vida de 2/3 anos, seguiu em frente ; Ela não previa, com certeza o sucesso que o marido iria alcançar, nem o tempo de vida; Foi em frente, por ele e para ele; 

2.  A fé de Jane : para ela,  Deus é uma certeza,  apesar do marido ser  ateu ;  Sempre foi firme na sua fé e confessou no livro que nas horas mais dificeis, que foram muitas , foi precisamente essa fé que a manteve de pé e confiante ;  “No início o Stephen respeitava a minha fé”, disse Jane. “Mas com os anos ele tornou-se mais provocador”. Um dos momentos mais polémicos foi quando Hawking disse em Madrid, , que Deus não existe. “Sou ateu. A religião acredita em milagres, mas estes são incompatíveis com a ciência”.

3. O espirito de sacrificio em prol dos outros , e Stephen Hawking correspondeu a esses  sacrifícios tornando-se “o cientista  mais brilhante da atualidade”. Tentou sempre manter a tranquilidade, a harmonia no seu lar, evitando ao máximo que o sucesso do marido destruisse a normalidade que ela queria manter enquanto familia; 

4. A sua persistência : Interrompeu a sua tese de doutoramento em poesia espanhola medieval quando casou, em 1965  mas tinha prometido ao seu pai que iria terminá-la; Tiveram  três filhos: Robert nasceu em 1967, Lucy em 1970, e Timothy em 1979. Depois de anos trabalhando na tese , concluiu- a finalmente em abril de 1981.

5. A sua dedicação  : além da dedicação ao marido e filhos, sempre que lhe era possivel participava em diversas campanhas de solidariedade , em atividades da igreja anglicana, em concertos , dava aulas na sua casa, cuidava dos filhos, .... ; 

6. A sua força : suportou imensas criticas por parte da familia do marido e pela equipa de enfermagem  que cuidavam de Stephen quando o seu estado de saude exigia cuidados permanentes; Diziam que era preguiçosa, que tinha um caso com o seu amigo Jonathan Jones, que foi um fiel amigo durante anos do casal , que era negligente, que era interesseira,que era ignorante nos cuidados ao marido ... ; aguentou a ingratidão  chocante do marido quando ele resolveu sair de casa para viver com a enfermeira que cuidava dele; 

     E , no final, não viveram felizes para sempre ; Stephen Hawking podia controlar a sua mente mas não controlou o seu ego, a sua vaidade nem o seu coração; não acreditava em Deus, mas agia como se fosse um; Mas sempre acabou por descer do pedestal para se reconciliar com a familia; Partiu , em paz talvez ; E onde está a Paz, está Deus;

  

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